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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

360° do Salar de Uyuni

Estávamos revendo fotos e afins da última viagem e achamos esse pequeno vídeo do Salar de Uyuni. É simples, mas acho que ainda não vi outro horizonte como esse até hoje!

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domingo, 4 de abril de 2010

24º Dia - Lar doce lar

As 4h40 da manhã, depois de quase 16hs de espera no aeroporto, nosso avião partiu. Após uma rápida parada em Campo Grande, chegamos por volta de 9h30 em Guarulhos.

24 dias, 3 países, 11 cidades, 8372km, 10 ônibus, 3 aviões, várias noites mal dormidas, vários dias bem vividos, paisagens inesquecíveis, muita comida gostosa, muitas ruins, muitos pollos com papas, algumas dores de barriga, saudades de casa, muita pobreza, muita alegria, muito de muito. Depois de tantas coisas novas vividas que fica até difícil descrever, uma sensação de que ainda há muito mais para ser visto e de que a grande viagem que é nossas a vidas ainda está apenas começando.

Próxima parada: Patagônia - 2011.
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23º Dia - Espera em Sta. Cruz

Como Sta. Cruz é uma cidade horrível, resolvemos ir para o aeroporto (o melhor lugar da cidade na minha opinião) assim que acabasse nossa diária no hotel, e lá esperarmos nosso avião na madrugada do dia seguinte. Chegamos no aeroporto por volta de uma da tarde e lá ficamos. Depois de umas 10 horas de espera já estavamos nos sentindo como o Tom Hanks no filme "O Terminal". Por sorte, no aeroporto de Sta. Cruz é tudo liberado, dá pra você pegar vários bancos, transformar na sua cama a noite inteira e ninguém vem reclamar. Bom, assim foi da uma da tarde até as 4 da manhã do dia seguinte. Como único prazer a sensação de estarmos voltando para casa e pensar que teriamos nossa cama no dia seguinte!

Internet 12bs
Almoço 79bs
Ligação 24bs
Café 36bs
Janta 90bs
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22ª Dia - O começo da volta

O dia da confusão. O problema de Sucre é que seu aeroporto não é internacional, então, se o céu estiver nublado os aviões passam direto e os vôos são cancelados, simples assim. Vimos a previsão do tempo, e lógico, ia chover nos próximos dias. Adiantamos então a passagem para quinta, pois se algo desse errado teríamos um dia a mais pra chegar a Santa Cruz. Depois de confirmar o vôo com a agência para um dia antes do previsto, seguimos para o aerporto de olho nas nuvens. Ao chegarmos no aeroporto, surpresa! O vôo foi cancelado. Pra piorar o penúltimo vôo para Santa Cruz havia saído há menos de 10 minutos. Começou o desespero, a Adriana sentou e começou a chorar dizendo que queria ir pra casa! A única empresa que patiria pra Sta Cruz em 30 min estava lotada. Ficamos esperando pra ver se sugiria duas vagas e por milagre, apareceu! Ufa!
Depois de uma conexão em Cochabamba, finalmente chegamos em Santa Cruz de La Sierra as 15h30 e fomos direto para o escrtório da Aerosur reaver o dinheiro das passagens (tivemos que comprar de novo pela BOA). Muita burocracia, mas no fim deu certo. Já quase de noite fomos procurar um hotel e ficamos no La Sierra (200 bl. com ar condicionado e café da manhã).
Santa Cruz é pior cidade de toda a viagem e da minha vida. As ruas são muito sujas, o calor e a umidade beiram o insuportável, as ruas são lotadas, barulhentas, o trânsito é um caos... Saímos a procura de um lugar que não fosse pollo frito o jantar (só tem isso). Por incrível que pareça, jantamos num restaurante coreano, que foi o mais limpo que encontramos. Fizemos os pedidos e o impossível aconteceu: o melhor yakissoba e yakimeshi de nossas vidas!!! Tudo delicioso, bem arrumadinho, bem preparado, muito bom mesmo. Super indicamos pra quem gosta e quem gosta também! O lugar chama Gamy, fica em frente ao escritório da Aerosur. Depois de comer muito, fomos dormir, pois amanhã seria um dia cheio.

Café 20bs
Taxa de embarque 22bs
Táxi 75bs
Hospedagem 200bs
Janta 80bs



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21º - Sucre

Seguramos por toda a viagem a vontade fazer compras, pois não sabíamos se sobraria algum dinheiro. Ouvimos falar que Sucre era um lugar muito barato, ótimo pra comprar coisinhas de recordação pra família, então reservamos esse dia pra isso, depois de comprar as passagens de avião para Santa Cruz, por precaução!
Esse não foi extamente um dia com grandes descobertas culturais, históricas ou de aventuras, mesmo assim foi um dia gostoso. Visitamos apenas o museu têxtil, que mostra a evolução dos tecidos e vestimentas dos povos que habitam os Andes desde muito tempo. Bem bonito.


Café da manhã 20 bs.
Almoço 60 bs.
Passagens de avião 804 bs.
Janta 11 bs.


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20º Dia - Sucre / Museo de La Recoleta

Dia sem muitos causos. Tomamos café e fomos ao museu de La Recoleta, parte de um antigo mosteiro. O passeio, guiado, vale a pena. Apesar do gui passar um pouco rápido, algumas coisas são muito interessantes, como um cedro de 1500 anos de idade e algumas pinturas de artistas anônimos. Durante a tarde, a Adriana precisou continuar no seu projeto, e eu precisei continuar no meu descando de últimos dias de férias! A noite decidimos fazer uma alteração no roteiro e ficar mais dois dias em Sucre e ir para Santa Cruz de avião, evitando assim as 16 cansativas horas de ônibus, e uma estrada que muitos dizem ser a pior da Bolívia.

Café da manhã 15 bs.
Táxi 18 bs.
Museu 20 bs.
Agua 10 bs.
Almoço 60 bs.
Janta 13 bs.
Ligação 9 bs.


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19º Dia - Sucre

Saímos de Potosi logo pela manhã rumo a Sucre. Potosi tem uma rodoviária novinha, até bonita, mas que não condiz com os ônibus. Pegamos mais um ônibus bolivianos daqueles, cheio de gente no corredor, aquela muvuca... Uma das coisas mais interessantes de um mochilão como esse, é a como vai mudando de humor de acordo com o lugar onde estamos. Em Potosi já estávamos com uma saudade enorme de casa, da nossa cama, etc. chegamos em Sucre e tudo mudou, a cidade é ótima, depois de Cusco a melhor. Ficamos no Grand Hotel na Calle Aniceto, do lado da praça central, por 150 bs. Em termos de infra-estrutura e conforto a melhor hospedagem da viagem. Tudo conspirou para fecharmos a viagem da melhor forma possível. Sucre distoa do resto da Bolívia, a cidade é "arrumadadinha", super limpa, mais "moderna" e é muito gostoso caminhar por suas ruas cheias de construções coloniais, todas pintadas de branco. As ruas e os cafés sempre cheios de estudantes, pessoas de várias partes do mundo, realmente uma graça!
Como a Adriana precisava alterar algumas coisas do projeto de mestrado dela, passei o resto do dia descansando no quarto.

Táxi 10bs
Passagem Sucre 30bs
Hospedagem 300bs
Almoço 59bs
Janta 54bs


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18º - Potosí

Chegamos a Potosi as 2h da madrugada, ficamos no hostal Companhia de Jesus, previamente reservado (110 bs. com banho privado, água quente e café da manhã). Não é dos melhores, mas deu pra descansar. Acordamos as 8h e fomos conhecer a Casa da Moeda, que na verdade parece mais um museu de diferentes artigos (quadros, múmias, minerais e outras coisas). A visita foi legal, mas espera um pouco mais.
O resto do dia tiramos pra descansar, afinal estamos de férias e ninguém e ninguém é de ferro!




Hospedagem 220 bs.
Táxi 10 bs.
Casa da Moeda 60 bs.
Almoço 61 bs.
Internet 24 bs
Janta 24 bs.


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17º Dia - Sala de Uyuni

Saímos do hotel as 9h da manhã, como o nosso simpático motorista Doro. Antes do Salar, visitamos um museu de sal onde tudo é feito de sal mesmo! Seguimos em frente e aos poucos a paisagem marron foi ficando branca. Por ser época de chuva, uma lâmina de água cobria o chão. Em pouco tempo estávamos "mergulhados" num deserto branco e alagado, paisagem difícil de explicar, em certos momentos era impossível ver o final do salar. O senso de direção vai a zero. Em fim, um dos lugares mais diferentes (se não o mais) diferentes e também bonitos que já vimos.
Voltamos para Uyuni e às 15h pegamos o ônibus para Potosi. Como nem tudo é perfeito, o ônibus era horrível, nunca senti tanta dor nas pernas, e a viagem foi "só" de 7 horas... Pra completar o ônibus quebrou, de noite, no meio do nada, a única coisa boa desse trajeto foi ver mais uma vez aquele céu estrelado.

Almoço 68 bs.
Propina 5 bs.
Ligação 8 bs.
Lanche 23 bs.
Banheiro 2 bs.


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16º Dia - Atravessando o altiplano

O dia em que tomamos mais poeira na cara! Depois do desayuno patimos no nosso super 4x4 as 7h30 da manhã. A primeira parada foi na árvore de pedra, uma rocha enorme esulpida pelo vento que ficou com formato de árvore. Também tinha várias outras rochas com formatos diferentes, tudo desenhado através do tempo pelo vento frio que não pára de soprar nem por um minuto... Depois, uma breve parada nas montanhas multicoloridas. Durante toda a manhã passamos por várias lagunas altiplânicas, todas com água cristalinas e muitos flamingos. Paramos para almoçar num povoado no meio do deserto onde serviram comida típica: quinua e carne carne de lhama. o resto do dia foi mais poeira na cara mesmo até chegarmos em Uyuni. De recompensa, ficamos num hostal com banheiro privado e água quente, e precisamos gastar muita água pra tirar toda a terra do corpo...

Água 10 bolivianos
Ligação 15 bolivianos
Passagem p/ Potosi 60 bolivianos



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15º Dia - Reserva de Fauna Andina Eduardo Avaroa

Primeiro dia de viagem rumo a Uyuni. Deserto, muita poeira, vento, paisagens
inimagináveis! Depois de passar um tempão esperando pra atravessar a fronteira, começamos nossa viagem apreciando a Laguna Blanca, que naverdade tem água translúcida que reflete as montanhas em volta e não sabe onde começa e termina...
Tomamos nosso desayuno e partimos para a Laguna Verde, uma das "coisas" mais bonitas que já vimos. As fotos não conseguem transmitir, não conseguem explicar o que é ver algo tão bonito assim. A terceira parada foi para tomar um banho de águas termais. Uma espécie de "piscina vulcânica" com temperatura de 32º, uma delícia, não podia ser mais relaxante... Antes do almoço, passamos pelos gêiseres Sol de la Mañana. Lugar cabulosíssimo, cheiro de enxofre a 5000 metros de altitude, fumaça e água quente brotando da terra, paisagem no mínimo surreal.
Mortos de fome, às 4 da tarde finalmente fomos almoçar. Esperava pouco da comida, mas estava surpreendentemente ótima.
Para terminar o dia, caminhamos até o mirante da Laguna Colorada, repleta de flamingos, uma coisa realmente bonita de ver! Na volta, a maior ventania que já pegamos na vida, muito frio, gelado mesmo. Cada passo era uma dificuldade enorme, mas cada um valeu a pena.
Esse foi um dos melhores dia de toda a viagem.

Tour Salar 1100 pesos
Entrada do parque 30 bolivianos
Chocolates 9 bolivianos


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14º Dia - Calama / São Pedro do Atacama

Depois de mais 24h de viagem, 4 ônibus diferentes, longas esperas em rodoviárias, chegamos em San Pedro de Atacama.
Não tenho muito o que falar, definitivamente não gostei. Não sei se foi apenas uma má impressão. Primeiramente achei o povo chileno muito seco mesmo, pelo menos os vendedores. Segundo, tudo é muito, muito caro, não comparado à Bolívia e ao Peru,
mas também ao Brasil. Por fim, apesar das belas paisagens, deserto, picos nevados, vulcões e um magnífico céu estrelado, o ambiente é muito inóspito, muito seco, muito calor (como deve ser um deserto obviamente). Decidimos então adiantar em um dia nossa partida para Uyuni e
ter mais tempo para aproveitar Sucre e Potosi.

Passagem p/ S.P. Atacama 5000 pesos
Café 1750 pesos
Taxa do saque 1300 pesos
Almoço 12100 pesos
Água 1150 pesos
Hospedagem 20000 pesos
Sucos 4000 pesos
Janta 5500 pesos
Ligação 1400 pesos



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13º Dia - Tacna / Arica

Dia de peregrinação. Partimos de Arequipa rumo à Tacna logo pela manhã. Viagem de 6hs, cansativa, apenas deserto de paisagem. Chegamos em Tacna as 14hs e já pegamos um micro ônibus para Arica. Quando chegamos, um susto, não havia mais passagens para San Pedro do Atacama. Por sorte encontramos para Calama pela Pullman Bus para as 22:15. A única coisa boa do dia foi saber que o fuso horário do Peru para o Chile adianta-se 2 horas, ou seja, tivemos que esperar duas horas a menos a saída do ônibus. As duas horas mais bem perdidas da minha vida!

Café da manhã: 12s/
Táxi: 4s/
Taxa de embarque: 3 s/
Passagem para Arica: 22 s/
Passagem para Calama: 30000 p
Almoço: 4000 p
Taxa de embarque: 200 p
Janta: 1650 p

Total  84 U$
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terça-feira, 9 de março de 2010

12º Dia - Arequipa

O dia começou cheio. Acordamos e seguimos para o Mirador de Yanahuara, bairro muito bonito. Depois fomos até a rodoviária comprar as passagens para Tacna. Em seguida fomos a outro mirador, o de Carmem Alto. com uma vista bucólica para o Vale do Rio Chile e os vulcões El Misti, Chachaya e Pichu Pichu, tomamos nosso desayuno, com suco de papaya peruana colhida na hora, uma delícia!
Voltamos a cidade, compramos outro corta-vento para a Adriana numa espécie de Brás arequipenho, e passamos o resto do dia pelas bonitas ruas da cidade.


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Passagem Tacna: 50 s/
Táxi: 19 s/
Corta-vento: 51 s/
Ligação: 3 s/
Café da manhã: 10 s/
Almoço: 17,50 s/
Janta: 34,7 s/

Total: 185,2 s/
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11º Dia - Arequipa

A noite no ônibus foi péssima. Muito, mas muito apertado mesmo, lotado de gente dormindo no corredor, o pior da viagem até agora! Chegamos em Arequipa quebrados às 7 da manhã. Pegamos um táxi até a Plaza de Armas e decidimos ficar numa hospedagem que uma senhora veio nos oferecer. Depois de tomar um banho e descansar um pouco, fomos conhecer a cidade, a qual foi nos cativando pouco a pouco. Primeiro conhecemos o Monastério de Santa Catalina, um dos lugares mais interessantes da viagem. Uma pequena cidade no centro de Arequipa onde mulheres ficavam vidas inteiras enclausuradas. Conhecer os quartos onde dormiam, onde comiam, onde se confessavam, tudo impressiona demais. O lugar tem um ar diferente.
A tarde decidimos descansar um pouco mais, cancelamos o passeio pelo Canion del Colca, e deixamos para conhecer o resto da cidade no dia seguinte. A noite, apenas uma pizza e umas doses de pisco antes de dormir.



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Café da manhã: 13 s/
Táxi: 4 s/
Hostel: 60 s/
Monastério: 60 s/
Almoço: 17,5 s/
Janta: 28 s/

Total: 182,5 s/
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segunda-feira, 8 de março de 2010

10º Dia - Cusco / Arequipa

Último dia em Cusco, cidade que vai deixar saudades, mas ainda voltaremos para conhecer Machu Picchu! Como o ônibus só sairia às 8 da noite, aproveitamos para passar o dia conhecendo alguns museus e galerias de arte da cidade. Cusco respira arte e história, e por qualquer rua no centro que vc ande, sempre há algo para conhecer. Passamos pelo Museu Inca, Museu de Arte Popular, de Arte Contemporanea, passamos pelo Mercado Municipal, descansamos na Plaza de Armas, etc, etc, etc...
Quando estavamos saindo do hotel para ir ao terminal a Adriana percebeu que o seu cortavento não estava na mochila. Primeiro incidente da viagem, ele havia sido roubado. Como estavamos quase perdendo o ônibus, não deu nem tempo de denunciar, partimos para Arequipa.



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Passagens para Arequipa: 90 s/
Almoço: 24 s/
Janta: 20 s/
Taxa de embarque: 2,2 s/

Total: 136,2 s/
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9º Dia - Vale Sagrado

Acordamos às 8hs para o tour pelo Vale Sagrado Inca. Durante todo o caminho as paisagens são incríveis. Primeiro conhecemos as ruinas de Pisac. Não da pra imaginar como os incas habitavam o topo dessas montanhas e o domínio que tinhas sobre a natureza. Depois do almoço fomos a Ollaytatambo. As construções são gigantescas, com blocos de pedras de mais de 120 toneladas! Por fim, já no cair da noite seguimos para a comunidade de Chinchero, onde está o chamado "pueblo inca vivo". Tivemos algumas explicações sobre como são fabricados os famosos tecidos incas e rodamos um pouco pela comunidade.



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Hospedagem: 105 s/
Almoço: 26,5 s/
Janta: 20 s/
Agua: 2,5 s/

Total: 154 s/
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