Bom, decidimos explorar um pouco mais a cidade antes de aproveitar os confortos do hotel. Primeira parada: Pico Agudo. Após muita subida, chegamos em um mirante, com uma vista grandiosa da Serra da Mantiqueira. Esse é um local já conhecido para a prática de asa-delta e paraglider. Vimos alguns saltos. Rola um momento de tensão a cada "decolagem". Uma pena que, ao menos para os nossos bolsos, o preço para saltar é um pouco salgado, em média R$200 por pessoa, em um voo de aproximadamente 30 minutos.

Depois decidimos voltar para a pousada e curtir um pouco do lugar, afinal, por mais mochileiro que somos, também gostamos de um pouco de descanso!
No dia seguinte ficamos sabendo de uma outra cachoeira, não descobri qual o nome dela, se é que ela tem, mas é bem fácil de ir. Para chegar nela é só seguir até o Sítio do Matão e percorrer uma trilhazinha de uns 20 minutos, bem simples. A cachoeira é bem mais, digamos, singela do que a do Lageado, mas ela fica tão isolada, em um lugar tão tranquilo, que vale a pena conhecer e curtir suas águas super geladas.
Depois de voltarmos para a pousada, almoçar, arrumar tudo e seguir de volta para casa, ainda resolvemos antes dar um pulinho em uma cachaçaria chamada A Bodega. Apesar de não sermos muito de beber, o lugar é muito interessante, tem umas espécies de barris gigantes onde ficam armazenadas garrafas, uma pequena floricultura, além, é claro, de todos os tipos de cachaça imagináveis.
Antes de fechar o tópico, vale falar um pouco da própria cidade de Santo Antonio do Pinhal. Apesar de ser bastante arrumadinha, com chalés, restaurantes, bares e outros atrativos turísticos, a cidade parece que conseguiu manter um pouco do ar de interior, de suas tradições e consegue fazer um bom balanço entre a busca do lucro com o turismo e a manutenção de suas raízes interioranas. Possui assim espaço para todos.
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